sábado, 31 de julho de 2010

Jovens — como podem vocês ser felizes?

A JUVENTUDE pode ser o período mais emocionante da vida. Você tem o futuro diante de si. Portanto, aproveite-a ao máximo. Empenhe-se pela felicidade.

 Mas isso não é fácil. O Dr. Robert S. Brown fez um estudo dos adultos jovens que, alguns anos antes, estavam determinados a viver à altura de seus ideais a respeito da sociedade humana e do governo. Ele relata que mais de um terço deles ficou desiludido, deprimido e ansioso.

 Muitas vezes ouve-se dizer que a solução é uma boa instrução. Mas, hoje em dia, muitos jovens que a possuem ainda assim têm dificuldade em encontrar emprego. Outros que se saem financeiramente bem descobrem que seu emprego de altos vencimentos deixa sua vida sem realização. Tampouco a maioria dos namoros da mocidade leva à felicidade. Em alguns lugares, 80 por cento dos casamentos entre adolescentes fracassam dentro de cinco anos.

 O que pode você fazer para que seja diferente no seu caso, para que realmente possa ter satisfação agora e ter um futuro condizente? Ou, se for genitor (a), como poderá ajudar seus filhos a atingir este alvo?

sábado, 10 de julho de 2010

Como Alguns Podem Ser Ajudados

Os ideais expressos na Declaração dos Direitos da Criança, da ONU, são deveras nobres, mas por que parecem inatingíveis? (Veja o quadro.) Em geral, as pessoas gostam de crianças e desejam o melhor para elas. Ademais, as crianças são importantes para o futuro bem-estar duma nação. James Grant, do UNICEF, diz, segundo o Latin America Daily Post: “Afinal de contas, são as crianças que terão, eventualmente, de tirar seus países da estagnação econômica.” Um informe mostra, prossegue Grant, “que os gastos com os cuidados básicos de saúde e com a educação primária podem levar a aumentos significativos na produtividade e no crescimento econômico”. Países como o Brasil estão tremendamente cônscios da imagem negativa transmitida pela condição dos meninos de rua e a violência correlata. Felizmente, no Brasil, fazem-se esforços de solucionar o problema por meio de organizações de caridade, lares adotivos, orfanatos, e reformatórios.
Alguns governos discernem o valor de apoiar as iniciativas habitacionais das famílias e das comunidades pobres, em vez de simplesmente construir casas. Desta forma, os próprios pobres tornam-se um veículo de mudanças.
Assim, além de receberem ajuda de várias agências, as famílias pobres devem estar dispostas a fazer sua parte. Uma família sai-se muito melhor econômica e socialmente quando ela se mantém unida e enfrenta os seus próprios problemas. Se necessário, todos os membros capazes podem contribuir para o orçamento familiar.

Menores abandonados — por que é tão difícil ajudá-los?

EM 14 de outubro de 1987, a pequenina Jéssica McClure ficou presa num poço de água abandonado, a 6,70 metros de profundidade, nos Estados Unidos. Durante 58 horas agonizantes, os socorristas abriram caminho através de rocha maciça para chegar à garotinha de 18 meses de idade. O incidente ganhou as manchetes e comoveu corações de toda aquela nação, e a cobertura televisiva manteve os telespectadores fascinados até Jéssica ser retirada viva daquele buraco escuro.
Mas Jéssica tinha um lar. É estranho, porém, que a triste situação das crianças sem lar não suscite o mesmo interesse. Poderia o motivo ser que a condição delas esteja ligada à pobreza? Analisando a situação dos necessitados, um escritor de A Saúde do Mundo, revista da Organização Mundial da Saúde, declarou: “Os pobres das cidades não são verdadeiros cidadãos dos seus próprios países pois não têm direitos políticos, sociais ou econômicos. Os pobres envelhecem rapidamente e morrem jovens.” Assim, são necessárias profundas mudanças na forma como os governos e as pessoas encaram os pobres antes de a economia do país poder fornecer alimentos, roupas e abrigo suficientes para eles.

Como posso superar o fim do namoro?

“Depois de seis meses de namoro e cinco anos de amizade, ele quis terminar o namoro. Mas não deu nenhuma satisfação. Simplesmente parou de falar comigo. Eu me senti abandonada. Foi uma decepção muito grande. Eu me perguntava: ‘O que fiz de errado?’” — Raquel.
O FIM de um namoro pode causar muita tristeza e profundo desânimo. Veja o caso de Jorge e Susana, que namoraram por dois anos e ficaram muito apegados. Durante o dia, Jorge enviava mensagens de texto a Susana com expressões de afeto. De vez em quando, dava presentes para mostrar que estava pensando nela. “Jorge realmente tentava me ouvir e me entender”, disse Susana. “Ele me fazia sentir especial.”
Não demorou muito e eles estavam falando sobre casamento e onde iriam morar. Jorge chegou até a pensar em comprar as alianças. Então, de repente, ele terminou o namoro! Susana ficou arrasada. Ela continuou com sua rotina, mas estava desnorteada. “Eu não conseguia nem pensar direito e não tinha forças para nada”, disse ela.